Vitruviano

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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O processo eleitoral no Brasil


Dia desses, na época do primeiro turno da eleição, e por ser desde a mais tenra infância apaixonado por aviação, estava a contemplar um avião em pleno vôo. Com certeza um daqueles destinados a transportarem passageiros e com capacidade para transpor continentes.

Além de psicólogo, sou piloto frustrado, pois não tive as condições necessárias para completar o meu curso de piloto privado.

Ao ver o avião imaginei o tanto que aqueles camaradas que conduziam a aeronave tinham estudado para aquilo. Passaram pela etapa das provas, dos exames médicos e psicotécnicos. Fizeram a checagem para a carreira de piloto privado, piloto comercial, piloto de linhas aéreas, dentre outros cursos como navegação por instrumentos e ou instrutor de vôo.

Tem que ser bom e empenhado para pilotar um negócio daqueles. Tem que ter a manha para, como dizem nós mineiros, dirigir um trem daqueles.

O fato é que fiquei me perguntando se existiria algum louco para, em uma viagem de avião, sugerir o uso do voto para eleger quem pilotaria a máquina.

Imagina a situação. 200 passageiros em um vôo curto, de Confins/MG para Brasília/DF elegendo dentre os passageiros quem seria o piloto. As “gostosas” poderiam ser eleitas assim como os carismáticos ou os humoristas. Os músicos poderiam também ser os contemplados assim como os jogadores de futebol.

Estabeleceu-se a tragédia. Sem dúvida nenhuma a manchete dos próximos jornais anunciariam a queda de mais um avião no Brasil.

Na verdade quem tem que “governar” a máquina DEVEM SER AQUELES PREPARADOS E CAPACITADOS PARA TAL EMPREITADA.

Como pode um Tiririca (e sem fazer juízo de valor, mas sim de competência) ser o deputado federal mais votado de todos os tempos? Não por ser um palhaço, e no melhor significado da palavra, mas por frases como: “Pior do que ta não fica”, “de concreto só cimento”, “Vote em mim que a gente descobre junto o que faz um deputado”. É claro que também não sou ingênuo para desconsiderar a jogada política de lançar um “cabra” desses como candidato. Mas esse é assunto para uma próxima oportunidade e se a paciência assim me permitir.

Mulher Pêra, desconhecendo totalmente a proposta da diminuição da maioridade penal, amplamente discutida por intelectuais de diversas áreas, vem com a conversa de emancipar adolescentes a partir de 16 anos para que estes possam responder criminalmente por seus atos e com essa idade fazer uso dos motéis. Em que país vive essa mulher? Desconhece por acaso a realidade da exploração sexual, gravidez na adolescência e pedofilia que acometem o BBRRAASSIIIIIIIILLLLLLLLLLLL ?????


Que vergonha!!!! Que indignação!!!

Que povo é esse meu DEUS??? ( Novamente aqui também não sou ingênuo a ponto de não poder refletir sobre essa questão, sobre o processo de alienação, sobre a manipulação das massas, sobre a não promoção da “educação”, sobre o controle, etc).




Há pouco, em um outro momento eleitoral, um candidato à Prefeitura da "Capital" veio com a proposta de que iria governar junto com o povo. DISCORDO!!!! Tem que governar junto não. Tem que governar PARA o povo. Sem dúvida nenhuma que quem governa deve escutar e estar próximo dos seus governados. Sem dúvida que o modelo do Orçamento Participativo é uma das pérolas da democracia, mas o governante tem que estar em uma posição diferente da dos seus eleitores.

Imaginem agora uma ovelha guiando a outra. Boa coisa não vai dar, como já diziam as mulheres da família Franca. Quem as tem que guiar é o PASTOR ou seus cães muito bem treinados e que nasceram e logo foram preparados para essa função. Faz-se necessário um especialista para tal tarefa. Aqui também o piloto de linhas aéreas não teria muita serventia em meio aos berros histéricos das ovelhinhas.

Como dizia Platão na república e para que todos entendam claramente: “cada um no seu quadrado!!!”. Há que se considerar as vocações. Um sapateiro dessa forma é tão importante como um médico, pois se o primeiro falta o segundo anda descalço e se o segundo é quem se ausenta o sapateiro pode padecer e vir a falecer.

Anuncia-se uma grande “tragédia”.

Que país é esse?? Respondo de uma forma sem o qualificativo dado quando a pergunta é feita por aquela Legião Urbana. É o BRASIL!!!

O descobrimento do Planeta Índigo


10.500 do nosso tempo. Já não existe mais o verde de outrora e este só é contemplado pelos livros eletrônicos, pois também os papéis são preciosidades de um passado distante.


A população mundial também já não é tão numerosa, uma vez que os conflitos nucleares, os desastres naturais, a escassez de alimentos somados com a esterilidade provocada pela exposição da radiação solar provocaram, de forma imperativa, um “inesperado” controle de natalidade.

A lua, antigo satélite natural do planeta, só é lembrada nas palavras dos filósofos de dos românticos, pois a ação do Deus khrónos fez com que ela murchasse e foi preciso somente um choque de um asteróide de porte médio para que ela desaparecesse.

As pessoas sobrevivem através do trabalho em módulos industriais que tem como objetivo transformar a água salobra do mar em água potável. Sim, o mar ainda é azul!!!

Eis que surgem pelos céus os “salvadores”. Em objetos voadores nunca vistos antes e talvez só imaginados na cabeça dos mais loucos, chegam trazendo as BOAS NOVAS.



Seres bizarros, mas ainda assim à nossa semelhança. Corpos altos e robustos com vestimentas estranhas compostas com uma série de geringonças das quais só serviam, aos nossos olhos, para excitar os mais curiosos.

Chegam como amigos. Presenteiam-nos. Causam vislumbre e veneração... Seriam os Deuses??? Não, eles teem o seu próprio Deus e deste falam muito. Não aprenderam nossa língua. Fizeram-no aprender a sua.

Desconsideraram as nossas CRENÇAS, independente se as Cristãs, as Budistas, as Islâmicas ou Mulçumanas. Já não são mais tão amigos. Para que sigamos o seu Deus não poupam esforços! Aqueles bravos e destemidos que resistem tem o mesmo fim dos bravos da antiguidade como Sócrates, Giordano Bruno, Joana D’Arc. Willian Wallace e outros que já não sabemos se foram reais ou se são apenas mitos.

Abusam de nossas mulheres e de nossas filhas. Dos homens da Terra fazem escravos. Dos sábios e sacerdotes fazem exemplos do que não fazer. Tomavam-nos como SELVAGENS em função dos nossos costumes, maneira de falar e vestir.


Viajavam a uma velocidade incrível e já não é mais novidade nem causam espanto aqueles objetos aportando e nossa atmosfera. Nosso “primitivo” sistema de defesa não era útil para aqueles que se colocavam à luta.

Em troca de “cristaizinhos” sem valor e “caixinhas sonoras e luminosas” que só servem para entreter os bobos, levam nossas águas. É esta última o “OURO” desse tempo. Roubam-nos e levam nosso ouro para a COROA do seu império. Transforman-nos em sua colônia.

Nós enganamos quando pensamos que eram os “Salvadores”. Não são. São, assim mesmo como se autodenominam os DESCOBRIDORES.

Mas o que descobriram? Aqui já existia nosso Planeta, não? Tínhamos costumes, crenças, IDEOLOGIAS. Tínhamos o nosso PLANETA. Fomos DESCOBERTOS? Não! O máximo que pode ter acontecido é de termos sido ENCONTRADOS. Mas independente da nomenclatura, descobertos, encontrados, CONQUISTADOS, selvagens ou primitivos, hoje podemos afirmar que já não somos mais o que éramos.

Nosso Planeta que antes era a Terra já não tem mais esse nome, pois foi batizado de INDIGO pelos ESTRANGEIROS (Assassinos? Estupradores? Ladrões) que assim fizeram em função da cor que o mesmo apresenta quando visto do céu...