
“Só sei que nada sei” Socrátes
O presente trabalho tem como objetivo, por meio da análise comparativa dos pensamentos de vários “maestros”, refletir sobre a relação existente entre problemas sociais e a moral.
Resumo: Atualmente somos bombardeados pelos desenvolvimentos tecno-científicos que facilitam a vida do homem em vários aspectos, mas também perpetua a desigualdade social. Em nossa realidade brasileira, temos um contingente considerável de pessoas que não têm acesso aos bens e serviços frutos do desenvolvimento tecnológico. Aliado a isto temos assistido a queda de valores, crises éticas e morais. Então, o presente trabalho tem como objetivo, por meio da análise comparativa dos pensamentos de vários “maestros”, refletir sobre a relação existente entre problemas sociais e a moral.
Atualmente, vivemos em um mundo, que a cada dia que passa as potencialidades humanas nos surpreende e nos assusta, causando um que de admiração. Estas potencialidades estreitamente relacionadas com o avanço tecnológico, que em muito facilitou e prolongou a vida de uma determinada parcela da população mundial. E a tecnologia, avançou em vários segmentos, tais como, saúde, educação, segurança pública, comunicação, transporte, produção e abastecimento de gêneros alimentícios, dentre outras áreas.
Existem medicamentos para doenças que, até pouco tempo atrás, eram sinônimos da “morte”, sistemas de seguranças como alarmes, câmeras, e cercas eletrificadas nos deixam mais “seguros” em nossas residências (ou inverte a lógica e somos nós os encarcerados pelo sistema?), alimentos são modificados geneticamente, o que possibilita a produção em larga escala, etc.
A tecnologia tende a favorecer a burguesia ou os mais abastados financeiramente e deixam assim, a maior parte da população mundial desassistida ou assitida precariamente. É fácil percebermos isso no nosso dia a dia, onde nos confrontamos com planos de saúde com custos onerosos, residências que se assemelham com grandes fortalezas, enquanto nossos viadutos, destinados a uma melhor fluidez do trânsito veicular, ainda servem de abrigo para muitos desvalidos, e mesmo com a possibilidade da erradicação da fome no mundo, depósitos inteiros com toneladas de alimentos em grãos são destruídos para acompanhar a dinâmica mercantilista capitalista e ironicamente, a fome no mundo cresce a passos largos.
Skinner (1978), pai do Behaviorismo Radical e celebre teórico da psicologia, dizia em um dos seus livros que “Uma vez que a tecnologia não pode ser disponibilizada para todos, nossos ganhos triviais significam custosas perdas para outros” (SKINNER, 1978)
O problema fundamental do nosso mundo é a confusão quanto princípios e objetivos. As ciências estão altamente tecnificadas e uma aparente ordem lógica, de grandeza enganadora, condensa as sistematizações em todos os campos da atividade humana.(JAL pág 127, tema 1- sociopolitica)
Considerando essas reflexões, podemos aferir que o desenvolvimento moral não teve o mesmo avanço que o tecnológico. Enquanto este cresce em progressão geométrica, infelizmente não podemos dizer que aquele cresça, nem mesmo, em progressão aritmética.
Será usado para esse artigo, o conceito de moral juntamente com a sua irmã gêmea ética. Na atualidade foi promovido o divórcio entre estes dois conceitos, mas etimologicamente ética vem do grego ethos, ao passo que moral tem sua raiz no latim mores, significando tanto ethos como mores a mesma coisa: costumes. Na antiguidade não era possível a existência de um sistema de costumes separado de um sistema filosófico, logo ética e moral, ou antes, teoria e prática eram as duas faces de uma coisa só.(apostila oina- pág 9)
Faz-se necessário também diferenciar o conceito de ética atemporal e ética temporal. Enquanto a primeira tem a capacidade de viver em todas as épocas da história, a segunda é filha do tempo, e como tal, mutável e perecedoura. Algumas virtudes que eram válidas na antiguidade para os gregos e romanos continuam atuais até hoje. Essas são exemplos de uma ética atemporal. Mas aquilo que já foi bom um dia e que hoje está fora de moda é o exemplo da ética temporal. (JAL apostila oina- pág 10) Não é a intenção pregar o impedimento da renovação ou do progresso mas sim resgatar aquilo que já serviu e pode ainda servir para criar um mundo mais justo (grifo nosso). Concluindo então e esclarecendo, usaremos o conceito de moral atrelado à ética e à atemporalidade, associado àqueles costumes que são consideradas universalmente válidos como bons.
Jorge Angel Livraga, faz uma analogia do mundo em que vivemos, com um trem expresso, super bem equipado e montado. Novamente ai se expressa a alta tecnologia. Todavia, essa máquina não sabe de onde veio e pra onde vai. Não sabe se a estação de chegada é um alivio ou se vai encontrar o descarrilamento. Tão grave entretanto, é que seus “maquinistas” ignoram até quando vai existir combustível e paira novamente a dúvida de pra onde estão indo, pra que corre esse trem, quem são seus passageiros... No fundo ninguém sabe de nada.
De tempos em tempos, os ocupantes desse trem se agrupam para eleger um novo maquinista. E são muitos os que querem esse prazer infantil de “dirigir o trenzinho um pouquinho” e para isso fazem propagandas e prometem melhores luzes, melhores acentos, etc. Essa propaganda é claro que contempla toda a população. Na classe “miserável” onde não existem bancos e os passageiros viajam em pé ou amontoados, sem luz e condições mínimas para uma viajem saudável, é prometido despojar os da primeira classe de seus camarotes “luxuriosos”, para aloja-los e assim dar-lhes igualdade de condições. Para os da classe privilegiada, eles prometem romper com os elos que os unem ao vagão da segunda classe para que estes miseráveis não mais os incomodem. Uma higienização ferroviária. Finalmente, quando essas duas classes, conseguem definir (quase que por Uni-du-ni-tê) esse novo maquinista, ele(a) nada faz além de soar altas buzinas do trem, acelerar ou diminuir sua velocidade. (grifo nosso)
Essa falta de grandes ideais, de grandes visões, tem aprisionado o homem nas pequenas trincheiras dos pequenos ideais e das visões horrorosas e torpes, como um pesadelo. Não se luta pela humanidade, mas por um grupo, uma classe, um sindicato, uma seita ou por um grupo de interesses criados com reminiscências psicologicamente infantis. (JAL- pág 128, tema 1- sociopolitica)
O egoísmo prevalece e a desigualdade social se faz cada vez mais cruel, uma vez que aumenta o acumulo de capital nas mãos de poucos enquanto a maioria não tem condição de uma vida digna. Em relação a essa desigualdade e se tratando de América Latina, o Brasil está em uma posição não muito diferente da que esta no futebol no Ranking da FIFA . Segundo Platão, “... ao formar uma sociedade ideal tinha em vista o interesse do estado, isto é, o bem de todos, e não a felicidade de uma classe específica.” (apostila OINA- pg 149)
No Egito Antigo a solidariedade social se destacava sob a forma de uma caridade ativa, uma lei natural que afeta os homens sem nenhuma compulsoriedade. Todos os bens que possuíam eram dádivas dos Deuses e compartilhá-los era agradecer a Estes.
Sêneca (4 a.C.), filosofo e modelo do pensamento estóico já dizia em sua época que “para a nossa avareza, o muito é pouco; para a nossa necessidade, o pouco é muito”. (Sêneca- pg 12 livrinho de acropole12)

O homem hoje se tornou escravo do materialismo e dá demasiada importância às coisas exteriores deixando de lado valores e virtudes.
O estoicismo, movimento filosófico grego que por si só já se torna sinônimo de admirável moral prática, afirmava que o homem sábio deveria viver de acordo com a razão que encontramos na natureza, e este não elege os seus verdadeiros bens os objetos externos, mas sim os usa sabiamente para que não se escravize pelas paixões e coisas externas. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Estoicismo)
Na mesma linha de raciocínio, temos o Segundo Princípio do Hermetismo , o princípio da Correspondência que traz a máxima, “O que está em cima é como o que está em baixo, e o que está embaixo é como o que está em cima”. (vide http://www.misteriosantigos.com/hermetic.htm). Esse princípio diz da correspondência existente entre as leis e os fenômenos dos diversos planos da existência e da vida. Existe uma lei que é Una e imutável e é igual para tudo. A isso se aplica a mesma lei ao material, ao mental e ao espiritual, assim como no micro como no macro. Diante disso, as leis jurídicas e a política deveriam refletir/plasmar a harmonia existente nessa Lei Universal, no Todo. Objetivando minimizar a distância desse postulado e a academia, citamos Platão, quando, diz que a cidade perfeita deveria ter quatro virtudes básicas tais como, prudência (sabedoria), o valor (coragem), a temperança (equilíbrio) e a justiça. Essas virtudes favoreceriam a manutenção de uma vida harmônica, fraterna, que dominasse para sempre o caos da realidade e que deveria refletir o estado ideal que se encontra no Mundo das Idéias (as idéias são eternas e imutáveis ), uma realidade autônoma por trás do mundo dos sentidos (no qual as coisas simplesmente surgem e desaparecem) que só pode ser alcançado através do uso da razão (http://www.inf.ufsc.br/poo/conceitos/platao.html). Se o leitor ainda não convencido da proximidade entre os dois pensadores, prudente seria examinar o Primeiro Princípio do Hermetismo, Princípio do Mentalismo, que diz O TODO é MENTE; o universo é MENTAL.
As pessoas se formam academicamente, se capacitam e qualificam intelectualmente, mas não têm na mesma medida uma formação do caráter. Não há uma base moral como dito anteriormente. Não existem mais hoje os ideais que existiam em outrora nem tampouco idealistas. Os caminhos a serem percorridos como os ditado por Vyasa, Hermes Trimegisto, Zoroastro, Sidharta Gautama- Budha, Helena P. Blavatsky, dentre outros mal são pisados ou os são com os pés sujos de lama. Todos esses mestres de conhecimento, não só nos apresentaram algo que transcende ao materialismo como nos mostraram uma ferramenta que nos possibilita “tirar os véus de Maya ”( http://www.indiasabedoria.hpg.com.br/glossario.html) mas também um manual de ética, moral e política.
No mesmo núcleo iniciatico descrito a pouco, Egito, a Moral, configurava todo um estilo de vida e era a base do processo civilizatório, estava presente e influía nos menores aspectos cotidianos até elevá-los aos Grandes Mistérios (2º Princípio Hermetismo). É importante ressaltar, que em função da extensão da história deste povo (muitos séculos) não podemos falar de uma uniformidade em relação a moral. Existem muitas diferenças na moralidade visto que nos primeiros tempos essa cultura, foi conhecida e registrada pelo seu esplendor e já nos tempos finais, prevaleceu uma decadência que assinalou o final desse núcleo civilizatório. Sem querer aprofundar no estilo de vida desse povo de outrora, pois não é objetivo do presente trabalho, atentar-me-ei, com muita veneração e respeito, a usá-los, em sua fase esplendorosa, como ilustração daquilo que é escasso em nosso tempo.
Desde a infância, nessa cultura, os filhos devem respeitar os pais, serem amáveis de todas as formas com seus irmãos evitando conflitos pessoais e a cobiça, que possam romper com a harmonia. A autoridade do pai é o reflexo da autoridade do Faraó no império. Não quero aqui defender uma sociedade patriarcal, mas sim dizer da importância de uma autoridade, seja ela qual for, para que a criança tenha um desenvolvimento saudável. Com o mesmo raciocínio, Epicuro de Samos, filósofo grego do período helenístico dizia: “Eduquem os meninos e não será preciso castigar os homens”. (Epicuro)
Sabemos pelas contribuições da psicanálise que o papel desse “pai” pode ser exercido por tudo aquilo que barra a criança de vivenciar de forma plena todos os seus desejos e instintos, assemelhando-se, assim a um animal. Segundo Lacan, o “pai” é esse que encarna a lei que regula a aliança, os laços sociais e as identificações. (http://www.campolacaniano.com.br).
Após essa breve introdução, e deixando as ponderações mundiais para nos aproximarmos de nossa realidade cotidiana, percebemos que o público em situação de trajetória de rua atendido pela Assistencia Social, faz parte do grupo dos que não usufruem de forma efetiva dos benefícios do avanço tecnológico.
Oriundos na maioria das vezes de comunidades onde prevalecem à falta de recursos básicos e a pobreza, não raro, aproximando-se da miserabilidade, essas crianças e adolescentes são colocadas e “largadas” à margem da sociedade e fazem do espaço da rua local de convivência e busca da sobrevivência. Geralmente membros de famílias possuidoras de formas diferentes de estruturação da tradicional família burguesa que conhecemos e em muitos casos negligentes. Raramente, quando têm contato com algum tipo de autoridade, essa se pauta na coerção e no autoritarismo o que conseqüentemente resulta na ausência de uma educação infantil efetiva para a formação do jovem e do adulto apto a conviver de forma saudável na sociedade. A isso se acrescenta muitas das vezes, a violência doméstica e urbana a que são submetidos cotidianamente. Percebemos assim que, a base, tão importante segundo os Egípcios, Epicuro, Skinner e Lacan, não é bem trabalhada, , sendo isso um fator que não podemos descartar quando trabalhamos com adolescentes com trajetória de vida nas ruas.
Com vários direitos violados, como à vida e à saúde, à liberdade, ao respeito e à dignidade, à convivência familiar e comunitária, à alimentação, à educação, ao esporte e ao lazer, à profissionalização bem como à cultura, todos esses preconizados no art.4º do Estatuto da Criança e do Adolescente , se encontram com laços rompidos com suas comunidades de origem e em explícito risco pessoal e social. Entende-se por risco social o adotado pela assistência social como:
...evento externo, de origem natural ou produzido pelo ser humano, que afeta a qualidade de vida das pessoas e ameaça sua subsistência. Os riscos estão relacionados tanto com situações próprias do ciclo de vida das pessoa, quanto com condições específicas das famílias, comunidades ou entorno.(CARNEIRO,2004- NO DICIONARIO DA ASSISTENCIA)
Fazem da rua o seu local de moradia, convivência e sobrevivência. Apresentam-se, na maior parte das vezes, em grupos, e essa situação, nos traz à reflexão, a hipótese, do grupo ocupar o lugar do pai simbólico. É ele que dita as normas de convivência e sobrevivência. Experimentam com o grupo algo que não experimentaram com suas famílias de origem. E à medida que esse grupo se reforça e se auto-afirma, mais difícil se torna uma alternativa de saída desse lugar. Isso só será possível se esse “pai” desfalecer ou que um Outro maior ocupe o seu lugar.
A hipótese de Lacan é que o que caracteriza as sociedades modernas é o declínio da função paterna, o que mede isso é a atuação do Estado na educação dos filhos. Quanto maior a intervenção do Estado menor a função paterna, o estado passa a ocupar o lugar do pai simbólico, a função paterna não está mais nos membros da família, podemos ver na crise da família que hoje aparece claramente.
Seguindo a essa citação, o autor esclarece que o Estado é aquele que sabe sobre o outro e que este pode ser um professor, um psicoterapeuta e não necessariamente um membro da família. Diz ainda que o sujeito dirige-se para aquele que julga saber de seu sofrimento, e esse não seria melhor se não fosse um semelhante, um igual onde irá buscar sua completude, satisfazer o que pensa ser seu desejo.
Dessa forma, confrontamos com a dificuldade de competir com o grupo, pois, muitas vezes, a expectativa de sair da rua, é muito mais dos agentes sociais do que do próprio público.
Diante de tal fato, faz-se mister que nos posicionemos e ajamos, para que essas pessoas readquiram a condição de sujeitos de direito, reinserindo-os em suas comunidades ou garantindo alternativas à condição de vida nas ruas, uma vez que é dever da família, da sociedade em geral e do poder público, de acordo com o mesmo Estatuto, garantirmos a efetivação dos seus direitos para que saiam da condição de negligência em que se encontram.
Para que nossas ações se tornem efetivas, devemos fomentar em cada um deles o interesse, a motivação, o desejo para que superem a condição em que se encontram. Devemos oferecer e acolher, mas uma oferta e um acolhimento muito mais “sedutor” do que o próprio grupo uma vez que a própria rua apresenta reforçadores muito difíceis de combater como: sexualidade livre, uso de drogas, ausência de horários e cobranças e uma pseudo-liberdade.
Uma questão importante a ser refletida é até que ponto as abordagens e acompanhamentos sistemáticos feito pelo serviço de abordagem às crianças e adolescentes na rua não é, em si mesmo, um reforçador à permanência na rua.
É preciso que sejamos virtuosos, prudentes, corajosos e justos. É preciso que sejamos filósofos, mas não nos termos da academia que muitas vezes só reproduzem chavões e travam guerras intelectuais histéreis. É preciso colocar em prática a filosofia como fizeram os pensadores de outrora aqui já citados. Sintetizando, é preciso que sejamos morais.
Além é necessário adotar uma orientação, onde é indispensável uma aceitação de forma incondicional, recebendo-os e escutando-os assim como nos apresentam, almejando reflexões com esses jovens e não para eles, respeitando assim a faculdade de escolha e o tempo individual do sujeito.
A justiça é dar a cada um o que lhe corresponde por direito de consciência e por seus atos. Não devemos confundir esse grau de aceitação com permissividade.
Skinner (1969) versa em seu texto que “Quando se dá às pessoas o que necessitam, sem se importar o que elas estão fazendo, elas permanecem inativas”.
Devemos adotar a postura de “fazer com” ao invés de “fazer para”, pois de acordo com a primeiro podemos promover no publico assistido o protagonismo do seu processo de construção da cidadania e dignidade.
Se a opção for “fazer para”, fatalmente cairíamos no assistencialismo irreflexível que não propicia ao assistido o movimento direcionado a sobrepujar a condição vigente, antes o contrário, os mantém na inércia, não considerando as potencialidades e tornando assim as ações histéreis.
Produzindo uma lassidão da vontade e camuflado a isto, encontra-se uma atitude muito mais egoísta que altruísta, uma vez que o simples fato de esmolar (aqui no sentido de dar esmolas), nos alivia a consciência e passa a pseudo-impressão de que estamos fazendo a nossa parte.
É preciso criar condições para que estas pessoas sejam protagonistas de seu próprio processo de crescimento pessoal e social, e para isso e privilegiando ações preventivas, é necessário que as ações aconteçam no próprio ambiente de convivência comunitária das pessoas. “Poderíamos solucionar muitos problemas de delinqüência e criminalidade, se pudéssemos mudar o meio em que foram criados os transgressores” (SKINNER, 1968). Não queremos aqui, dizer que o público em tela seja delinqüente ou transgressor, muito embora, em alguns casos, usam, para sua sobrevivência, de violência física e psicológica, como ameaças, furtos e roubos. O importante é enfatizar a relação entre o meio ambiente, ou seja, as contingências ambientais, e os comportamentos das pessoas.
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